Ginastas brasileiras foram as melhores durante a final do aparelho, pela etapa húngara da série. País conquistou seis medalhas durante o torneio, que serve como preparação da seleção brasileira para o Mundial de outubro, nos Países Baixos.
Dobradinha brasileira na trave pela final do aparelho da Copa do Mundo de Ginástica Artística 2026, em Szombathely, Hungria. Flávia Saraiva obteve o ouro, com 13.766 pontos, enquanto Rebeca Andrade, prata com 13.600.
Flávia realizou apresentação sólida, com boa sequência repleta de boas execuções, com mortal lateral, fluida sequência de saltos, reversão sem mãos e cortada com pé na cabeça.
Antes, Rebeca apresentou dinamismo e consistência, teve um leve desequilíbrio (mas se manteve no aparelho) e saiu com um duplo carpado, levando à liderança provisória que Flávia acabou lhe tirando.
Completou o pódio Emily Roper (GBR), com 12.866.
Foi a segunda medlha de Flávia Saraiva em solo magiar, já que no sábado (19) ela venceu nas paralelas.
Ainda no domingo, ela retornou para um terceiro pódio, sendo prata no solo, atingindo 13.433 pontos. Ficou à frente de Lorrane Oliveira, bronze com 12.933. O ouro foi para a americana Dulcy Caylor, com 13.466 pontos.
Entre as brasileiras, Rebeca retornou às competições em junho passado, após quase dois anos longe das competições. Na ocasião, levantou o público sendo campeã nos saltos do Pan-Americano, além de colaborar com a medalha de prata por equipes para o Brasil, na mesma competição.
A ginasta vai aos poucos retomando os treinamentos em cada aparelho. Competir na trave já estava nos planos, de acordo com seu treinador Francisco Porath.
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Fonte: COB
Foto: Ascom/COB







